Energia renovável

Sobre o setor de energia renovável

O Brasil consolida-se como uma potência em energia limpa, com mais de 80% da sua matriz elétrica já renovável e projeções de crescimento acelerado. O mercado de renováveis pode movimentar mais de US$ 60 bilhões até 2033, impulsionado pelo aumento de share do mercado livre de energia, a abundância de recursos naturais e a expansão de novas aplicações industriais — especialmente hidrogênio verde e sistemas híbridos eólico-solar. Essa expansão exige equipamentos cada vez mais robustos e confiáveis, operando em ambientes severos, com alta demanda mecânica, térmica e tribológica.

O setor eólico permanece como um dos pilares da transição energética. O país possui alguns dos melhores regimes de vento do mundo, permitindo turbinas maiores, mais eficientes e parques híbridos com solar. Com o avanço de data centers, indústrias eletrointensivas e projetos associados ao hidrogênio verde, a demanda do setor tende a crescer exponencialmente.  Alinhada à alta demanda energética, as condições de operação de componentes críticos – como eixos, engrenagens, sistemas de pitch/yaw, rolamentos e elementos de transmissão – se mostram cada vez mais severas, consequentemente, resistência à fadiga, à corrosão e ao desgaste se tornam essenciais para a operação.

 

Já o setor de energia solar é o que mais rapidamente cresce no país, tanto em usinas quanto em geração distribuída. A queda contínua no custo dos módulos e a expansão de sistemas de armazenamento impulsionam sua competitividade. Estruturas e sistemas de rastreamento (trackers), eixos, articulações e atuadores operam submetidos a desgaste, atrito, exposição ambiental extrema e movimentos repetitivos — demandando tratamentos que reduzam atrito, aumentem durabilidade e previnam falhas.

Não menos importante, está o setor de hidrogênio verde, no qual o Brasil surge como candidato natural a hub global de produção e exportação de hidrogênio verde, aproveitando sua matriz já renovável. Bombas, válvulas, compressores, equipamentos de eletrólise e sistemas de alta pressão trabalham sob condições severas, incluindo contato com hidrogênio, corrosão, cavitação, desgaste adesivo e solicitações térmicas — cenário ideal para soluções de engenharia de superfície avançadas.

A HEF apoia o desenvolvimento do mercado de energia sustentável por meio de tecnologias que elevam a confiabilidade e a durabilidade de componentes críticos:

 

Nitrocarbonetação CLIN™ (ARCOR®, SURSULF®, TENIFER®, QPQ) — melhora resistência ao desgaste, fadiga, corrosão (400h NSST), e é compatível com as normas da REACH.  Dentre os componentes tratados, destacam-se: componentes do sistema de frenagem e movimentação de turbina eólica, hastes de estabilizador solar.

 

Revestimentos por PVD/PACVD – CERTESS® — camadas de alto desempenho compostas por diferentes materiais (Cr, CrN, WC, WCC) combinadas com uma camada superior de carbono amorfo hidrogenado (a-C:H), com dureza de até 3000 HV, com excelentes propriedades de fricção (baixo atrito), com excelente precisão dimensional (poucos micra de espessura) e com ótimo desempenho em ambientes não lubrificados. Dentre os componentes tratados, destacam-se: componentes de rolamento eólico.

 

Com know-how em tribologia e engenharia de superfície de mais de 70 anos, a HEF se coloca como parceira estratégica da transição energética, agregando tecnologia e confiabilidade aos sistemas que sustentam o futuro da energia limpa no Brasil.