Mobilidade

O setor de mobilidade

O setor de mobilidade brasileiro passa por uma reestruturação estratégica impulsionada por políticas federais de inovação, pelo avanço da eletromobilidade e pelo aumento dos investimentos produtivos, que abrangem a modernização/construção de plantas industriais, a nacionalização de fornecedores e a expansão de laboratórios e centros de P&D. Programas como o Rota 2030, as linhas de fomento da Finep e os editais da Fapesp têm acelerado o desenvolvimento tecnológico e estimulado soluções industriais mais robustas e competitivas.

 

A entrada de montadoras chinesas e suas parcerias com o governo brasileiro reforçam a demanda pela produção local de veículos elétricos e híbridos. Para acesso pleno aos incentivos governamentais, cresce a exigência de nacionalização de componentes críticos, incluindo subsistemas de frenagem, suspensão, powertrain e body structure, que exigem engenharia avançada, controle fino de tolerâncias e performance validada em campo.

No segmento de heavy duty, o governo vem ampliando incentivos para renovação da frota de ônibus urbanos, impulsionando projetos de eletrificação parcial e total em grandes capitais. Paralelamente, as principais montadoras de veículos comerciais estão apostando na modernização da frota logística, incorporando sistemas de powertrain mais eficientes, transmissões de alta durabilidade, sistemas de frenagem mais robustos e estratégias de redução de TCO (total cost of ownership). Esse movimento exige componentes mais resistentes, com maior confiabilidade mecânica e com performance estável sob cargas severas, aumentando a relevância de tratamentos de superfície voltados à durabilidade extrema.

O setor agrícola

No mercado agrícola, a pressão por produtividade, sustentabilidade e redução de impacto ambiental vem acelerando a substituição de tecnologias tradicionais por soluções de superfície mais limpas, com menor uso de insumos críticos e com maior eficiência tribológica. Máquinas agrícolas operam em ambientes altamente abrasivos e corrosivos, onde desgaste, aderência de partículas, fadiga superficial e oxidação são fatores críticos. Montadoras e fornecedores vêm buscando alternativas sustentáveis que mantenham — ou ampliem — os níveis de resistência mecânica, vida útil e confiabilidade. Isso reforça a necessidade de tecnologias industrialmente escaláveis e alinhadas às exigências ambientais modernas.

Essa concentração de complexidade técnica alinhada com o conceito “Do berço ao túmulo” eleva os requisitos de durabilidade, sustentabilidade e eficiência funcional impostos às peças em todos os segmentos de mobilidade. A pressão por maior vida útil, redução de atrito, mitigação de desgaste, resistência à corrosão e diminuição de ruído torna o desempenho superficial um elemento central no desenvolvimento de produto.

 

Essa concentração de complexidade técnica alinhada com o conceito “Do berço ao túmulo” eleva os requisitos de durabilidade, sustentabilidade e eficiência funcional impostos às peças em todos os segmentos de mobilidade. A pressão por maior vida útil, redução de atrito, mitigação de desgaste, resistência à corrosão e diminuição de ruído torna o desempenho superficial um elemento central no desenvolvimento de produto.

É nesse contexto que a HEF atua como parceira estratégica das montadoras e sistemistas. Com tecnologias consolidadas em engenharia de superfícies, em especial as de nitrocarbonetação CLIN™ (ARCOR®, SURSULF®, TENIFER® e QPQ®) e as de deposição via PVD/PACVD –  CERTESS® CARBON (DLC), que ampliam resistência ao desgaste, melhoram comportamento tribológico, aumentam resistência à fadiga e fortalecem proteção anticorrosiva — a HEF contribui diretamente para maiores durabilidade, confiabilidade operacional e estabilidade dimentsional, redução de custos operacionais, suporte à nacionalização com processos padronizados e escaláveis.

Alguns componentes tratados pelas tecnologias da HEF:

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